Plano de Sustentabilidade da Unilever para

Cadeia de suprimentos sustentável

Cultivo para o futuro – uma cadeia de suprimentos sustentável nunca foi tão importante.

Produtor de óleo de dendê

A ampla adoção da agricultura sustentável é crucial se quisermos alimentar mais de 9 bilhões de pessoas sem esgotar os recursos naturais do planeta. Métodos agrícolas sustentáveis têm o potencial de aumentar consideravelmente a produção, reduzir os efeitos da mudança climática e trazer benefícios econômicos e sociais para agricultores, suas famílias e as comunidades próximas.

Reconhecendo que a transformação de florestas em plantações agrícolas não sustentáveis pode ser uma das maiores causas do desmatamento, por meio da nossa escala de produção e suporte, estamos ajudando a promover a agricultura sustentável e a criar cadeias de fornecimento inclusivas para os pequenos produtores rurais, que produzem cerca de 70% dos alimentos do mundo. 

O abastecimento sustentável ajuda a proteger nossos fornecedores e reduz o risco e a volatilidade das nossas cadeias de suprimentos de matérias-primas. Isso também abre oportunidades para inovação: ao enfocar as necessidades das pessoas em termos de sustentabilidade e as preferências do consumidor, construímos marcas mais fortes. Métodos agrícolas sustentáveis também podem melhorar a qualidade dos nossos produtos, como molhos, sopas, molhos para salada ou sorvetes.

Objetivos e desempenho

Definimos metas para nossas dez principais matérias-primas agrícolas.

CADEIA DE SUPRIMENTOS SUSTENTÁVEL

O NOSSO COMPROMISSO

Até 2020, 100% das nossas matérias-primas agrícolas serão obtidas de forma sustentável: 10% até 2010; 30% até 2012; 50% até 2015; 100% até 2020.

O NOSSO DESEMPENHO

Até o final de 2015, 60% das nossas matérias-primas agrícolas foram obtidas de forma sustentável. Isso significa que ultrapassamos nosso marco intermediário de 50% até 2015.

A NOSSA PERSPECTIVA

Metade de nossas matérias-primas vem de fazendas e florestas. As decisões que tomamos para escolher nossos fornecedores e que forma de trabalho adotaremos com eles, podem ter consequências profundas nos recursos ambientais e nas mudanças climáticas de todo o planeta. Elas também têm um impacto social maior no desenvolvimento humano, afetando as condições de vida de muitas pessoas.

Com o abastecimento sustentável, podemos proteger recursos escassos. Podemos garantir que o desmatamento, o uso da terra e problemas sociais e comunitários sejam assuntos tratados com responsabilidade. Para nossa empresa, a cadeia de suprimentos sustentável significa garantir a segurança do suprimento e reduzir a volatilidade do mercado.

Primeiro, estamos nos concentrando nas dez matérias-primas agrícolas que são mais importantes para nós. Elas representam cerca de dois terços de nossos volumes. São elas: óleo de dendê, papel e papelão, soja, açúcar, chá, frutas e vegetais, óleo de girassol, óleo de canola, laticínios e cacau.

Ao compartilharmos informações sobre a origem dos produtos, estamos também atendendo a um desejo crescente dos consumidores por produtos mais sustentáveis. 

Uma maior quantidade das nossas marcas está apta a compartilhar histórias de sustentabilidade com nossos consumidores: A Fruttare está informando nas embalagens que suas barras de frutas congeladas são provenientes de abastecimento sustentável; a Breyers lançou a baunilha proveniente de abastecimento sustentável em seu sorvete; e a Magnum está usando cacau sustentável com certificação da Rainforest Alliance. Agora, 100% do chá que a Lipton usa em seus sachês de chá tem o selo Rainforest Alliance Certified, e a Knorr está empregando vegetais e ervas provenientes de abastecimento mais sustentável.

Em 2015, tivemos uma desaceleração na integração dos nossos fornecedores ao programa de cadeia de suprimentos sustentável, por isso estamos atrasados em relação ao plano para o portfólio de frutas e vegetais. Esses portfólios são altamente complexos e diversificados: nosso desafio é fechar todas as lacunas e incluir em nosso programa de cadeia de suprimentos sustentável alguns materiais complexos, para os quais há poucas opções de fornecimento. A previsão é de que, até 2020, nossos portfólios de frutas e vegetais tenham uma cadeia de suprimentos 100% sustentável.

Queremos promover uma mudança transformacional mais ampla em indústrias e sistemas; o trabalho conjunto é essencial para conseguir isso. Estamos determinados a eliminar o desmatamento nas cadeias de fornecimento – nas nossas e nas de outras empresas. Mais de 90% do óleo de dendê comercializado no mundo atualmente faz parte do compromisso "sem desmatamento". O desafio é transformar essas promessas em ação, o que exige uma mudança transformacional em sistemas globais.

  • Alcançado: 4
  • Dentro do plano: 11
  • Fora do plano: 0
  • %% do objetivo alcançado: 3

Nossos objetivos

Consulte Verificação independente (em inglês) para obter mais detalhes sobre nosso programa de verificação do Plano de Sustentabilidade da Unilever.

ÓLEO DE DENDÊ SUSTENTÁVEL

  • Até 2015, compraremos todo o óleo de dendê de fontes sustentáveis certificadas.
  • Até 2019, compraremos todo o óleo de dendê de fontes sustentáveis certificadas e rastreáveis.

(Em 2016, a meta foi revisada de 2020 para 2019)

100% do óleo de dendê adquirido de fontes sustentáveis até o final de 2012: por meio de uma combinação entre fornecimento certificado nos sistemas segregado, balanço de massa e certificados GreenPalms.*

Até ao final de 2015, 19% do óleo de dendê foi adquirido a partir de fontes certificadas e rastreáveis (por meio suprimento RSPO segregado e com balanço de massa**).

A NOSSA PERSPECTIVA

Aceleramos a aquisição de óleo de dendê com certificação física para 19% (em relação aos 8% de 2014). Os outros 81% têm certificados GreenPalm. À medida que nos aproximamos do índice de 100% com certificação física, iremos eliminar progressivamente o selo GreenPalm. Em 2016, antecipamos nossa meta de 2020 para adquirir óleo de dendê de fontes certificadas e rastreáveis até 2019.

Em 2015, inauguramos nossa fábrica de óleo de dendê em Sei Mangkei, na Sumatra Setentrional na Indonésia, em suporte a uma cadeia de fornecimento certificada e mais rastreável. Por meio de uma parceria com nossa fornecedora PTPN III, a RSPO e a IDH, estamos envolvendo 600 pequenos produtores em um programa de sustentabilidade. A fase seguinte está sendo ampliada para beneficiar até 25.000 agricultores.

Uma robusta capacidade de rastreamento é uma etapa inicial crucial na proteção de terrenos de turfa e florestas. Estamos em parceria com o World Resources Institute, a Proforest e a Daemeter para avaliar os riscos e oportunidades associados às localizações de fábricas em nossa cadeia de fornecimento. Até o final de 2015, 73% do óleo de dendê encontrado em nossa cadeia de fornecimento podia ser rastreado até sua origem em fábricas conhecidas.

** Proporção real ao final de 2012: 97%‡ pelos certificados GreenPalm; e 3%‡ de fontes certificadas e rastreáveis (por meio de fornecimento segregado)

*Definições

PAPEL E PAPELÃO SUSTENTÁVEIS

Até 2015, obteremos 75% do papel e papelão que usamos em nossas embalagens de fontes que trabalham com manejo florestal sustentável certificado ou material reciclado. Até 2020, atingiremos 100%.

Até o final de 2015, 98% do papel e papelão que obtivemos vieram de fontes que trabalham com manejo florestal sustentável certificado ou material reciclado.

A NOSSA PERSPECTIVA

2015 foi um ano desafiador, pois nos esforçamos muito para acelerar o alcance da nossa meta de 100% e, ainda assim, garantir a robustez do nosso processo de relatórios. 49% de todo o nosso volume foi recebido com pedido de certificação de terceiros, e toda a cadeia de custódia passou pela verificação independente da PwC, pela primeira, vez, em 2015.

No entanto, nossos fornecedores enfrentam desafios em fornecer evidências comprováveis sobre a composição de produtos não certificados, o que é algo que teremos de solucionar. Para tanto, continuaremos aumentando o volume de produtos reciclados certificados que compramos.

Estamos confiantes de que esse nível de rigor é necessário, e aprendemos muito com esse processo. Por exemplo, uma auditoria realizada pela Proforest sinalizou problemas específicos na coleta de evidências suficientes na Ásia, que vamos trabalhar para solucionar. No entanto, no restante da nossa cadeia de fornecimento, vemos altos níveis de confiabilidade.

† Verificação independente da PwC.

SOJA SUSTENTÁVEL

Até 2014, obteremos de fornecedores sustentáveis toda a soja, e todo o óleo de soja até 2020.

Até o final de 2014, 100% dos grãos de soja foram comprados de fontes sustentáveis.

Até o final de 2015, 43% do óleo de soja foi comprado de fontes sustentáveis.

A NOSSA PERSPECTIVA

Atingimos nossa meta de adquirir 100% da soja de fontes sustentáveis até 2014 (por meio da compra física de grãos com certificação RTRS para nossa marca AdeS, com relação à nossa única referência sobre os grãos de soja AdeS).

Nosso projeto piloto nos EUA cresceu de apenas 17.800 hectares em cultivo em 2013 para 40.468 hectares em 2014, e mais de 161.874 hectares em 2015. A Unilever EUA anunciou que irá adquirir 100% da sua soja de fontes sustentáveis até 2017 – isso representa mais de 404 mil hectares.

43% do óleo de soja que compramos veio de fontes sustentáveis (com relação à nossa única referência para óleo de soja). Isso inclui os certificados RTRS (Round Table for Responsible Soy), adquiridos para abranger 100% do nosso óleo de soja na América Latina, e o óleo de soja com verificação própria nos EUA. 

No Brasil, iniciamos uma parceria com Santander, Yara Fertilizers, Bayer CropScience e Aliança da Terra para desenvolver 40.468 hectares de produção de grão de soja com certificação RTRS.

CHÁ SUSTENTÁVEL

  • Até 2015, pretendemos que o chá em todos os saquinhos de chá Lipton seja proveniente de propriedades certificadas com o selo Rainforest Alliance Certified™.
  • Até 2020, todo o chá da Unilever, incluindo chás avulsos, será proveniente de fontes sustentáveis.

Até o final de 2015, 100% do chá que compunha os saquinhos de mistura para chá Lipton vinha de fontes com selo Rainforest Alliance Certified™.

De modo geral, 66% do chá comprado para todas as nossas marcas foi adquirido de fontes sustentáveis: 64% tinha o selo Rainforest Alliance Certified™ e 2% tinha a certificação Trustea.

A NOSSA PERSPECTIVA

Compramos cerca de 10% do chá preto do mundo e, em 2007, fomos a primeira grande fabricante de chá a comprometer-se em grande escala com a cadeia de suprimentos sustentável de chá. Até o final de 2015, 100% do chá em nossos saquinhos de mistura de chá Lipton e 66% do nosso volume geral vieram de fontes sustentáveis. Nossos contínuos esforços de incentivar os fornecedores e agricultores a produzir de modo sustentável demonstram que estamos no rumo certo para atingir nossa meta de abranger 100% do nosso chá até 2020.

Continuamos a parceria com fornecedores como McLeod Russel, Camellia e Kenya Tea Development Agency (KTDA). Em 2014, a KTDA atingiu um importante marco quando todas as suas fábricas concluíram o processo de certificação Rainforest Alliance Certification. 

Hoje, cerca de 20% da produção mundial de chá tem o selo Rainforest Alliance CertifiedTM. Isso representa mais de 900.000 toneladas de chá de 900 propriedades e mais de 740.000 pequenos produtores.

FRUTAS E VEGETAIS SUSTENTÁVEIS

  • Compraremos 100% de nossas frutas de fontes sustentáveis até 2015.
  • Compraremos 50% dos nossos 13 principais vegetais e ervas de fontes sustentáveis até 2012 e 100% até 2015. Isto representa mais de 80% do nosso volume global de vegetais e ervas.

67 Até o final de 2015,

67% das frutas foram compradas de fontes sustentáveis.

92 Até o final de 2015,

92% dos nossos 13 principais vegetais e ervas foram obtidos de fontes sustentáveis, um aumento em relação ao índice de 59% em 2012.

A NOSSA PERSPECTIVA

Compramos a primeira fruta sustentável em 2012. O progresso tem sido mais lento do que gostaríamos e tivemos algumas dificuldades em relação à nossa meta de 2015.

Ultrapassamos nosso marco intermediário de 50% até 2012 (atingindo 59%), no entanto, frutas e vegetais são um complexo portfólio de materiais, com uma base de fornecimento muito grande e diversificada. Tais complexidades da cadeia de fornecimento dificultam que, até 2015, alcancemos nossa meta de 100% em todo o portfólio.

Apesar disso, continuamos trabalhando rumo aos 100%, atuando em parcerias com colegas da indústria para abranger a totalidade da nossa base de fornecimento.

† Verificação independente da PwC.

CACAU SUSTENTÁVEL

Até 2015, obteremos o cacau para os sorvetes Magnum de fontes sustentáveis. Todo o cacau restante será obtido de fontes sustentáveis até 2020.

Até ao final de 2015, 98% do cacau para os sorvetes Magnum foi obtido de fontes sustentáveis certificadas pela Rainforest Alliance.

No geral, 60% de todo o cacau tem origem sustentável.

A NOSSA PERSPECTIVA

Magnum é nossa maior marca de sorvetes e é vendida em 52 países, sendo que atualmente 50 deles têm o selo Rainforest Alliance CertifiedTM

Com um índice de 98%, estamos muito perto de alcançar nosso marco intermediário até o final de 2015. Estamos trabalhando arduamente para concluir a conversão final de 2% para obtermos cacau com selo Rainforest Alliance CertifiedTM.

Com um aumento de 46% em 2014 para 60% em 2015, continuamos no caminho em direção à nossa meta de, até 2020, adquirir todo o nosso cacau de forma sustentável.

AÇÚCAR SUSTENTÁVEL

Obteremos todo o açúcar de fontes sustentáveis até 2020.

Até o final de 2015,

60% do açúcar foi obtido de fontes sustentáveis.

A NOSSA PERSPECTIVA

A beterraba-sacarina passa por verificação em relação ao nosso Código de Agricultura Sustentável, e usamos a certificação Bonsucro para a cana-de-açúcar. Em 2015, nosso volume de açúcar adquirido de fontes sustentáveis caiu para 60%, uma queda em relação aos índice de 64% em 2014. 

Na Europa, continuamos tendo um bom progresso com a beterraba-sacarina, parcialmente devido à avaliação Farm Sustainability Assessment (FSA) da SAI Platform, um código comum adotado na indústria. Significativos volumes na Alemanha, Suécia e Polônia foram incorporados com sucesso na FSA.

Com a cana-de-açúcar, continuamos nossa dupla estratégia de criar mais capacidade física no solo ao mesmo tempo em que continuamos comprando créditos.

Embora atuando individualmente, temos nos esforçado para gerar ímpeto e capacidade no solo. Para liberar esse potencial, continuamos sendo membros ativos da Bonsucro e estamos buscando possíveis parceiros que possam apoiar nossos objetivos de sustentabilidade. Estamos convencidos de que permanecemos no rumo certo e veremos mais ímpeto no ano de 2016.

† Verificação independente da PwC.

ÓLEO DE GIRASSOL SUSTENTÁVEL

Obteremos todo o óleo de girassol de fontes sustentáveis até 2020.

Até o final de 2015, 45% do óleo de girassol foi obtido de fontes sustentáveis.

A NOSSA PERSPECTIVA

Tivemos bons avanços na aquisição sustentável do nosso óleo de girassol. Aumentamos nosso volume de 37% em 2014 para 45% em 2015, ao implantar nossas práticas com as parceiras Cargill e ADM.

Nossa estratégia de cadeia de suprimentos sustentável está em constante desenvolvimento. Por exemplo, definimos para nós mesmos o objetivo de adquirir óleo de girassol 100% sustentável junto à nossa base de fornecimento na Rússia, até 2015. No entanto, a contratação de mais fornecedores durante o ano – o que nos deu a oportunidade de incluir um grupo maior de agricultores e fornecedores em nosso programa de cadeia de suprimentos sustentável – também significou que não alcançamos nosso objetivo para 2015.

ÓLEO DE CANOLA SUSTENTÁVEL

Até 2020, obteremos todo o nosso óleo de canola de fontes sustentáveis.

Até o final de 2015, 76% do óleo de canola foi obtido de fontes sustentáveis.

A NOSSA PERSPECTIVA

Em 2015, a vasta maioria do nosso volume de óleo de canola europeu provinha de abastecimento sustentável. Isso inclui o óleo para nossos produtos de passar no pão Rama (via autoavaliação), da Alemanha, e a maionese Hellmann’s, do Reino Unido. A linha Flora, do Reino Unido, também está inclusa. A maior parte desse volume está sendo adquirida localmente, por meio de agricultores situados próximos às nossas plantas de fabricação.

Cada vez mais marcas como a Rama e a Flora estão informando aos consumidores os benefícios dessas mudanças, por meio de dias de visita à fábrica, publicação de receitas saudáveis e aparição em programas de TV populares.

LATICÍNIOS SUSTENTÁVEIS

Até 2020, obteremos todos os nossos laticínios de produtores sustentáveis.

Até o final de 2015, obtivemos 59% dos nossos laticínios de produtores sustentáveis.

A NOSSA PERSPECTIVA

Tivemos um bom avanço, aumentando esse índice de 51% em 2014 para 59% em 2015, graças às compras realizadas por diversos fornecedores dos países nórdicos e do Reino Unido e aos resultados melhores dos nossos fornecedores nos EUA.

Em 2015, iniciamos um projeto piloto na Índia junto com a World Animal Protection, estudando inicialmente práticas de bem-estar, alimentação e fornecimento de água para animais em pequenas propriedades. 

Continuamos nossos esforços para que setores industriais adotem a cadeia de suprimentos sustentável. Isso colabora para nosso sucesso na Austrália e Irlanda onde, respectivamente desde 2013 e 2015, o setor de laticínios mantém programas equivalentes ao nosso Código de Agricultura Sustentável (CAS). Na Europa, comparamos programas de sustentabilidade de alguns dos nossos maiores fornecedores, o que mostrou que tais programas são equivalentes ao nosso CAS. Isso possibilitou um significativo aumento em nossa aquisição de laticínios sustentáveis.

Agora, estamos pensando no que pode ser feito nesse sentido na Turquia e na Rússia.

COMÉRCIO JUSTO BEN & JERRY'S

Todos os sabores dos sorvetes Ben & Jerry's obterão certificação de Comércio Justo até 2013.

77 Em 2013, 77% dos sorvetes Ben & Jerry’s obtiveram certificação de Comércio Justo. Em 2014, atingimos 100%.

A NOSSA PERSPECTIVA

Os sorvetes Ben & Jerry foram os primeiros a usar ingredientes provenientes de Comércio Justo, em 2005. Na Europa, até o final de 2011, conseguimos a certificação Comércio Justo para todos os nossos produtos fabricados e distribuídos no continente.

Em 2012, devido a problemas com qualidade e disponibilidade, descobrimos que não seria possível obter todos os ingredientes com certificação Comércio Justo de que precisávamos para uma conversão global. Desta forma, revisamos nosso objetivo e o alteramos de "todos os ingredientes" para "todos os sabores".

Verificamos que, utilizando ingredientes de Comércio Justo nos cinco principais produtos das nossas misturas base e para nossos produtos com pedaços e swirls, e seguindo os devidos procedimentos de derrogação do Comércio Justo, todos os nossos sabores de sorvete se qualificariam para a certificação Comércio Justo até 2013. Em 2013, atingimos 77%.

Em 2013, também decidimos adquirir somente ingredientes não modificados geneticamente, cultivados por sementes. Uma vez que isso aumentou a complexidade dos nossos programas de conversão, adiamos os planos e conseguimos a certificação Comércio Justo para todos os sabores em 2014.

OVOS PRODUZIDOS SEM GAIOLAS

Nosso objetivo é que todos os ovos que usamos sejam produzidos sem gaiolas em todos os nossos produtos, incluindo os sorvetes Ben & Jerry’s e as maioneses Hellmann’s, Amora e Calvé.

Até o final de 2015, 45% dos ovos eram produzidos sem gaiolas.

A NOSSA PERSPECTIVA

Nossa pesquisa mostra que os consumidores preferem produtos feitos com ovos sem gaiolas. Usamos ovos em maioneses, molhos para salada, molhos e sorvete. No entanto, as condições nas quais os ovos são produzidos variam amplamente em todo o mundo. Levamos o bem-estar animal a sério, como uma questão social e ética.

Na Europa Ocidental, as marcas Hellmann’s, Amora e Calvé utilizam apenas ovos produzidos sem gaiolas desde 2009 e, em 2014, assim que concluímos a conversão da nossa cadeia de fornecimento na Europa Oriental, todos os nossos produtos europeus passaram a usar ovos produzidos dessa forma. 

Na Europa, o sorvete da Ben & Jerry's usa somente ovos produzidos sem gaiola desde 2004; até o final de 2011, 99% de todos os ovos usados nos sorvetes Ben & Jerry’s no mundo todo eram deste tipo.

Continuamos tendo um bom progresso em nossa base de fornecimento da América do Norte - sendo que, até o final de 2015, mais de 60% da nossa demanda de ovos era atendida pela produção sem o uso de gaiolas.

AUMENTAR O USO DE MATERIAIS DE ESCRITÓRIO SUSTENTÁVEIS

Até 2013, obteremos todos os materiais de papelaria de escritório nos nossos 21 principais países de florestas sustentáveis certificadas ou fontes recicladas.

Até o final de 2013, 100% dos materiais de papelaria eram provenientes de florestas sustentáveis certificadas ou fontes recicladas.

A NOSSA PERSPECTIVA

Nosso compromisso abrange produtos de escritório como papel para impressora, cadernos e envelopes. Ao usar papel proveniente de fontes sustentáveis ou recicladas, evitamos o uso de madeira vinda de fontes não sustentáveis, o que nos ajuda na meta de acabar com o desmatamento.

Alcançamos nossa meta em 2013, quando 100% dos materiais de papelaria de escritório nos nossos 21 principais países vinham de florestas sustentáveis certificadas ou de fontes recicladas. Todos os nossos fornecedores assinam um certificado de conformidade, que é monitorado por um relatório trimestral. Quando necessário, mudamos de produtos não sustentáveis para produtos sustentáveis.

Em seguida, expandimos nossa meta dos principais 21 países para todos os outros países na Europa e América Latina, com o objetivo de atingir 100% de conformidade até o final de 2015, o que conseguimos atingir.

Estamos revendo o mercado global de fornecimento durante o ano de 2016 e decidiremos se poderemos ampliar nosso compromisso para abranger países na África e na Ásia entre 2016 e 2017.

Key

  • Alcançado
  • Dentro do Prazo
  • Fora do Prazo
  • Do objetivo alcançado
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