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Governança corporativa

Estrutura da Unilever Brasil valoriza diálogo transparente e sustentabilidade no topo da agenda

Subsidiária da Unilever anglo-holandesa, a Unilever Brasil é uma empresa de capital fechado e tem sua estrutura de governança corporativa organizada de acordo com as diretrizes da matriz. Por conta da atuação internacional da companhia e da diversidade dos negócios, as decisões corporativas podem ser tomadas em três instâncias: global, regional (América Latina, no nosso caso) e local – termo que designa operações nacionais.

Negociações com fornecedores são um exemplo de assunto deliberado nas esferas global e regional. Nossas fábricas também respondem para a Unilever América Latina, enquanto temas corporativos são de responsabilidade da Unilever Brasil, nossa operação local. A estrutura de governança brasileira tem como principal órgão o Conselho Executivo, formado pela presidência e por oito vice-presidências – responsáveis por temas como cadeia de suprimentos, vendas, finanças e jurídico. Atualmente, nosso presidente é o argentino Fernando Fernandez, que ocupa o cargo desde setembro de 2011.

Cabe ao Conselho dialogar com as esferas regional e global e tomar decisões estratégias da Unilever no Brasil, avaliando seu desempenho econômico, social e ambiental. Não há conselho externo nessa estrutura de governança; no entanto, possuímos comitês de gestão para apoiar discussões específicas. Reestruturado em 2010 para fortalecer a governança em relação ao tema, o Comitê de Sustentabilidade tem alcançado bons resultados na incorporação de aspectos de sustentabilidade à estratégia da Unilever Brasil.

Além de identificar as prioridades socioambientais em todas as áreas da empresa, o órgão busca manter a integridade do Plano Global e criar uma rede colaborativa para aprimorar as entregas das equipes. Também atua como canal de comunicação interna e externa da companhia em relação ao tema. Entre as áreas com representação no órgão estão a jurídica, a de compras, a de finanças, a de saúde, segurança e meio ambiente (SHE, na sigla em inglês), a de pesquisas com o consumidor, a de sustentabilidade e a de recursos humanos, além das vice-presidências de suprimentos e vendas.

Outro órgão consultivo relevante é o Comitê de Crise, acionado sempre que há potenciais riscos ao negócio, que reúne a área de comunicação externa e outras, como jurídico, SHE, qualidade e suprimentos, para discutir questões críticas e propor medidas corretivas e mitigatórias.

Seleção E Avaliação

A seleção de nossos executivos é feita de acordo com as diretrizes globais da Unilever, considerando qualificações e experiências dos profissionais. Para avaliá-los, recorremos a um processo que inclui critérios não financeiros para algumas lideranças – diretores, vice-presidentes e, também, gerentes –, em linha com os temas críticos da empresa e do contexto brasileiro.

Não dispomos de uma política formal para incorporar metas socioambientais à remuneração variável das lideranças, porém nossa estratégia está baseada no Plano de Sustentabilidade, que impacta naturalmente nos processos de avaliação com entregas relacionadas a impactos ambientais e sociais.

Entre os aspectos levados em conta na avaliação das lideranças das fábricas, por exemplo, estão emissões de CO2, consumo de água, geração de resíduos/aterro zero e impactos sobre a biodiversidade. Outros assuntos, como aprimoramento nutricional dos produtos, redução de embalagens, a missão social de Lifebuoy e os resultados da Pesquisa de Clima Organizacional (GPS) da companhia, também impactam na análise de desempenho dos nossos executivos.

Decisões Compartilhadas

Por meio da atuação do Comitê de Sustentabilidade, aplicamos estratégia global ao contexto brasileiro e conseguimos inserir o tema em todas as áreas da companhia, de forma transversal e multidisciplinar

Transparência, ética e práticas de gestão

Comunicação aberta, prevenção à corrupção e boa conduta nas práticas comerciais estão entre as prioridades da companhia

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